Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita. Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito. Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda. Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar. Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado. Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente, o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu. Pergunta: Quem foi o sobrevivente do trágico acidente? A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel?(leia mais abaixo) .
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Resposta: A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.(Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui).(Homens podem continuar lendo abaixo).
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Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito, fiса claro que quem dirigia era a mulher perfeita, o que explica o acidente.
(Se você é mulher e leu até aqui, fiса provada mais uma teoria: Mulheres são curiosas e incapazes de seguir instruções).
Na festa de casamento o noivo apertado, ficou com vontade de ir ao banheiro. Chegando lá, no mictório, ele deu de cara com o pai da noiva, mas mesmo assim abriu a braguilha para fazer xixi. Quando o pai da noiva viu o tamanho do раu do noivo, ficou espantado, porque além de ser enorme, percebeu que estava escrito no раu a palavra BUCO. Assustado, com aquela aberração da natureza, o pai foi correndo falar com a noiva:
— Filha, você não ira casar com esse homem de jeito nenhum!
— Por que papai?
— Porque, acabei de ver o раu dele no banheiro, e nunca ví coisa igual... É muito grande… Imagina você, que além disso estava escrito a palavra BUCO no pênis dele!
— Haaa papi, você só leu isso, porque estava mole… Se estivesse durо daria para ler a frase inteira, que é:
"Lembrança da minha terra natal, pernambuco"
No dia em que Joãozinho completava 11 anos, seu pai fez a seguinte pergunta:
— Meu filho, você sabe como nascem os bebês?
O menino, assustado, ficou pálido e respondeu:
— Não quero sabeeeeer!
E aos prantos, insistiu:
— Prometa que não vai me contar, pai...
O pai, confuso, coçando a cabeça, não se conforma:
— Mas por que você não quer saber, Joãozinho?
E o menino, soluçando:
— Porque quando eu fiz 6 anos me contaram que não existia coelhinho da Páscoa. Aos 8 anos descobri que não existem sereias, nem nem saci-pererê, nem fadas-madrinhas. E aos 10 anos percebi que Papai Noel é você. Se agora eu descobrir que os adultos não transam, não tenho razão para continuar vivendo!
Chegou o Natal, Joãozinho estava radiante porque tinha acabado de ganhar uma bicicleta.
Ele esperou durante o ano todo aquele seu presente... Se comportou muito bem com os mais velhos, foi um bom aluno e finalmente conseguiu ganhar a sua desejada bicicleta. No dia seguinte, o garoto já começou a andar com o tão sonhado presente:
— Olha, papai... Sem uma mão!
— Cuidado, menino! Você nem sabe andar direito com as duas mãos e já quer andar sem uma?
— Olha só, papai... Sem as duas mãos!
— Cuidado, moleque, você vai se machucar!
De repente, escuta-se um barulho e então Joãozinho diz:
— Olha só, papai... Sem os dentes!
Esta é a história de um caminhoneiro que viajava por todo Brasil e seu lema era:
— 'MEU NOME É JOÃO, SOU DO MARANHÃO, SOU GOSTOSÃO E ENTROU NA MINHA BOLÉIA, NÃO TEM PERDÃO'. Mas já estava há dois meses dirigindo pelas estradas em jejum, não conseguia pegar nenhuma mulher. Eis que, de repente, ele vê à sua frente uma freira, novinha, bonitinha, pedindo carona. Ele pensa:
— Que Deus me perdoe! Parou o caminhão e a freira subiu. - Bom dia, meu filho! Você poderia me levar à cidade mais próxima? - Bom dia, dona freira! Claro, mas tem um pequeno problema: meu nome é João, sou do Maranhão, sou gostosão e entrou na minha boleia, não tem perdão. - Calma, meu filho! Aqui na frente está reservado para Deus, porém atrás está livre. Não deu outra, o João traçou a freirinha. Dirigindo pela estrada, João ficou pensando na besteira que tinha feito, quando ela disse:
— Meu filho, pode parar que eu vou descer aqui nesta fazenda. João concordou e se desculpou:
— Dona freira, me desculpe pelo que fiz com a senhora, que Deus me perdoe, mas a senhora entende como é ficar solitário muito tempo... A freira respondeu:
— Não tem problema, porque MEU NOME É JUVENAL, SOU DE NATAL, SOU HOMOSSEXUAL E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL
Dia 31 de dezembro, as 11h30 da noite. Uma bela loira se aproxima de uma ponte disposta a cometer um suicídio. Antes que consumasse o ato, eis que ela é puxada por um velhinho simpático barbudo e de roupa vermelha. Ele diz:
— Por favor, não faça isso!
— Me larga, Eu quero morrer!
— Uma menina bonita como você? Pelo menos me diga o motivo.
— Esta tarde, ... SNIFF ..., meu patrão me despediu.
— Roubaram meu carro novo e quando chego em casa...
SNIFF... eu soube, que meu namorado me trocou, pela minha melhor amiga e ainda roubou o meu dinheiro...
SNIFF... Isso é demais. Eu quero morrer!
— Calma! Eu posso ajudar você.
— SNIFF. Pode? Mas, como?
— Olha! Eu não estou disfarçado... Eu sou o Papai Noel de verdade! Todo ano eu venho à Terra trazer felicidade. Então, você vai pra casa; seu carro estará em frente à sua porta; Seu namorado vai estar sorrindo para você, e seu patrão vai lhe recontratar e lhe dar um aumento salarial. Esse é o meu milagre de natal.
— Que maravilha!! E como posso agradecer-lhe?
— Hum... bem... você sabe... No céu não temos de tudo... Que tal uma chupadinha?
— O quê? Bem... Não esperava isso... Mas, como você foi tão bonzinho, eu concordo.
Após alguns minutos de "serviço prestado", o Papai Noel continua:
— MMM! Foi maravilhoso!! A propósito, qual a sua idade?
— Slurp... 22, por quê?
— Você tem 22 anos e ainda acredita em Papai Noel?
— Impressionante - resmunga ele e sai assoviando satisfeito, dali.
Três velhinhos foram à um restaurante para comemorar tantos anos de amizade. Escolheram um prato parecido com uma ceia de Natal, de R$ 30,00, então resolveram rachar a conta. O dono da loja resolveu devolver R$ 5,00, já que são clientes antigos. O garçom que não é bobo, pegou R$ 2,00 para si e deu a cada um dos três R$ 1,00. Então, cada um dos amigos pagou R$10,00, menos 1 que foi devolvido, 9. R$ 9,00 vezes 3 é R$ 27,00. Mais R$ 2,00 que o garçom pegou, R$ 29,00.
Cadê um real!?