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O cara liga pra casa numa tarde pra saber o que a esposa ia fazer para o jantar.
— Alô? diz uma vozinha de criança.
— Oi, querida, é o papai. Mamãe esta perto do telefone?
— Não, papai. Ela esta lá em cima no quarto com o tio Frank. Após alguns segundos, o cara diz:
— Mas querida, você não tem um tio chamado Frank!!!
— Sim, eu tenho! E ele esta lá em cima no quarto com a mamãe.
— Tá bom, então. Quero que você faça o seguinte: suba correndo as escadas, bata na porta do quarto e grite pra mamãe e pro tio Frank que o meu carro acabou de parar na frente de casa. - Tá legal papai! Alguns minutos depois, volta a garota:
— Eu fiz o que você disse.
— E o que aconteceu?
— Bem, mamãe pulou da cama pelada e começou a correr pelo quarto gritando, aí ela tropeçou no tapete e caiu pela janela da frente, e está morta...
— Oh, meu Deus!!! e o tio Frank???
— Ele pulou da cama pelado também, muito assustado, a í pulou pela janela do fundo pra dentro da piscina, mas ele deve ter esquecido que você esvaziou a piscina na semana passada prá limpar, e aí ele bateu a cabeça no fundo dela, e agora esta lá, morto também... Uma longa pausa e o cara diz:
— Piscina??? Por acaso o telefone aí é 3212-0739?
— Não - Desculpe, foi engano!
A turma de alfabetização da escola vai receber a visita do secretário de educação e a professora está preocupadíssima com o Joãozinho que é sempre o desbocado.
— Joãozinho, atenção, não vai me envergonhar na presença do secretário, hein? É melhor ficar de boca fechada.
— Tá bem, professora!
O secretário chega e conversa com os alunos, pergunta se já sabem ler, se gostam da professora etc e tal. Dirigindo-se a Joãozinho, fala:
— E você, já lê bem?
— Leio sim senhor.
— E qual a palavra mais bonita que você aprendeu?
A professora gela, e Joãozinho responde:
— Cubanos.
Ela respira aliviada.
— E por quê? — insiste o secretário.
— Porque começa com cu, acaba com аnus, e ninguém me tira da cabeça que esse B do meio não seja de bunda.
A professora divide a classe em dois grupos e decide fazer uma disputa de perguntas. Para que Joãozinho não atrapalhe, ela o coloca no grupo dos inteligentes. Aproveitando-se disso, ele grita para o outro grupo:
— Nós vamos arrasar com vocês, cambada de idiotas!
Começa a disputa...
— Quem descobriu a América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Cristóvão Colombo!
E o Joãozinho grita:
— Eu não falei? Bando de orelhudos, 1 a 0!
A professora o repreende:
— Cala a boca, Joãozinho!
Segunda pergunta:
— Que idioma se fala na Espanha?
O grupo de Joãozinho responde:
— Espanhol, fessora!
E o Joãozinho:
— Viram só, seus filhos duma égua? 2 a 0!
A professora o repreende mais uma vez:
— Cala a boca, Joãozinho!
Terceira pergunta:
— Como Cristóvão Colombo chegou à América?
O grupo de Joãozinho responde:
— Nas caravelas.
Joãozinho, emocionadíssimo, diz:
— Eu bem que avisei, seus sacos de меrdа! 3 a 0!
A professora, de saco cheio, grita:
— Joãzinho! Levanta e sai, роrrа!
E ele, de imediato:
— Pênis, fessora! Show! 4 a 0, seus babacas!
Indignada, ela voltar a gritar:
— Joãozinho, sai e não volta mais!
Joãozinho responde contente:
— O cocô, fessora! Ha ha ha! Se ferraram, 5 a 0! Ganhamos!
A professora diz:
— Você Fernandinho, me diz ai um bichinho de 4 pernas, anda no telhado, dorme no fogão, faz miau, tem bigode e uma azeitona no nariz.
O Fernandinho responde:
— Azeitona? Sei, não, fessora.
— É o gato! A azeitona, só botei pra complicar. Agora você Chiquinho: Me diz uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma goiaba em baixo.
Chiquinho responde:
— Goiaba? Sei, não, fessora.
— É o Bule! A goiaba, só botei pra complicar. Entenderam como é? Faz comigo agora, Joãozinho. Pergunta pra mim!
E o capetinha da classe pergunta:
— Ah, é?... Ah, é?... Pode deixar que eu pergunto... Deixa comigo... O que é uma coisa que é roliça, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de por na boca e tem duas bolas em baixo?
E a professora:
— O quê? Tá expulso da classe, seu safado!
Joãozinho responde:
— Nããããããão, fessora! É batom! As duas bolas, só botei pra complicar.
Uma criança está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na calçada.
— Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado, responde:
— Não interessa, filho... Olha antes para esta loja... Já viu os lindos brinquedos que tem?
— Sim, sim, já vi. Mas... quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas?
— São... são... São senhoras que vendem na rua.
— Ah, sim! Mas vendem o quê? — pergunta admirado o garoto.
— Vendem... vendem... Sei lá... vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse e, quando chega em casa, abre a sua carteira com a intenção de ir comprar um pouco de prazer.
Está com sorte! Pode comprar 50 reais de prazer! No dia seguinte vai ver uma prostituta e pergunta-lhe:
— Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 reais de prazer, por favor?
A mulher fiса admirada e por momentos não sabe o que dizer mas, como a vida está difícil, ela aceita, leva o garoto para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas de morangos. Já era tarde quando o garoto chega em casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, pergunta-lhe onde ele tinha estado. O garoto olha para o pai e diz:
— Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fiса amarelo:
— E... e então... como é que se passou?
— Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade; a quinta levei quase uma hоrа e a sexta foi com muito sacrifício, tive quase que empurrar com o dedo, mas comi mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, derramei creme por todo o chão e a senhora me convidou para voltar amanhã, posso ir?
O pai cai de costas.