Se os Sistemas Operacionais operassem companhias aéreas....
DOS Airlines: Todo mundo empurra o avião até ele decolar. Então pulam e o deixam planar até tocar o chão outra vez. Então empuram de novo, pulam de novo e assim por diante.
Mac Airlines: Todos os comissários, capitães, carregadores e balconistas parecem os mesmos, agem da mesma forma e dizem a mesma coisa. Cada vez que você pergunta sobre detalhes, dizem que você não precisa saber, não deseja saber e tudo será feito sem que você precise saber, portanto, cale a boca.
OS/2 Airlines: Para entrar no avião, sua passagem deve ser carimbada dez vezes em dez filas diferentes. Então você deve preencher um formulário dizendo onde quer sentar, e se deseja que a viagem se pareça com um ônibus, um transatlântico ou um trêm. Se você conseguir subir a bordo e o avião conseguir decolar, a viagem será maravilhosa... exceto quando as asas e os flарs congelarem, mas, neste caso, terá tempo suficiente para dizer suas preces e se preparar antes da queda.
Unix Airlines: Todos levam consigo uma peça do avião ao se dirigirem ao aeroporto. Então vão para a pista e montam o avião peça por peça, perguntando sempre que tipo de avião estão construindo.
Windows Airlines: O terminal do aeroporto é agradável e colorido, com comissários e aeromoças amigáveis, fácil acesso ao avião e uma decolagem sossegada... Aí, o avião explode sem qualquer aviso.
Windows NT Airlines: Todos marcham juntos na pista, dizem a senha em uníssono e formam o perfil de um avião. Então sentam e fazem ruídos de motores como se estivessem voando.
Chicago/Windows 95 Airlines: O Capitão vem anunciando planos de embarque há cerca de um ano e, assim que tudo estiver pronto, você será avisado para onde irá. Enquanto isto, pode aguardar na janela, junto com repórteres de todas as revistas de Informática do mundo.
Costa do Mar Vermelho, 1278, a tripulação do Capitão Gancho prepara-se para começar mais uma viagem após um longo período de férias.
Todos a bordo, faltava apenas o capitão, quando eis que surge ele, todo machucado, cambaleando, apoiado em uma bengala. Logo, um de seus criados pergunta:
— Capitão, capitão... O que aconteceu com o seu braço?
— Antes de vir embarcar defrontei-me com o Peter Panco e travei uma árdua batalha com ele. Esta ferida em meu braço foi ele quem fez com aquela mísera faquinha!
— E essa ferida no seu olho? Também foi o Peter?
— Não, isso foi ontem à noite... Meu olho começou a coçar e eu esqueci que tinha um gancho em uma das mãos!
Depois de alguns meses em alto mar, os marinheiros chamam o capitão para uma conversa, o capitão, muito curioso, encaminha-se para o sagão e logo vão falando:
— Temos um grave problema - estamos a algum tempo em alto mar e sem mulheres, o que vamos fazer?
O capitão pede um dia para pensar numa solução e no dia seguinte chama a todos e diz:
— Encotrrei uma solução perfeita, aqui esta esse barrio, ele será colocado no "sotio" do navio e toda vez q vocês quiserem dar uma, é so gozar aqui dento.
Depois de alguns meses chegaram a polo norte e novamente chegaram ao capitão e perguntaram: o que vamos fazer com o barrio que já está cheio?
O capitão deu a ordem de lançarem ao mar, e assim foi feito.
Bem perto dali tinha um convento e as freiras encontram o barrio e pensando que era cera levou para o convento.
Um mês depois a freira superior escreveu uma carta desesperada ao padre superior contando o que as freiras estavam aparecendo grávidas, o padre perguntou se algo de diferente havia acontecido e a freira disse: há alguns meses encontramos um barrio com cera e fizemos vela.
Janjão, metido a valente, mas na verdade frouxo de dar dó, gemia com os pés no colo de Ambrosina,sua mulher, enquanto ela com todo carinho, tentava arrancar um espinho do seu dedão, utilizando uma agulha.
Lampião passava na hоrа e ao ver a cena, puxou o seu punhal,enfiou-o todinho no dedo de Janjão e depois que arrancou o espinho perguntou se tinha doído.
Janjão,abrindo um sorriso, garantiu:
Doeu não,seu capitão. O senhor tem uma mão tão maneirinha!