Um brasileiro, um português e um italiano, foram capturados por um exército .
Eles iam ser condenados a morte.
Primeiro foi a vez do italiano.
O capitão do exército gritou:
— Preparar, apontar...
O italiano teve uma baita duma ideia, e gritou:
— Furacão, furacão!
Os soldados sairam correndo e, o italiano se mandou.
Agora era a vez do brasileiro.
O capitão do exército gritou:
— Preparar, apontar...
O brasileiro teve uma baita duma ideia e gritou:
— Maremoto, maremoto!
Os soldados sairam correndo e, o brasileiro se mandou.
Por último o português.
O capitão gritou:
— Preperar apontar...
O português pensou:
— Se o italiano teve uma baita duma idéia e fugiu, o brasileiro teve outra baita idéia e fugiu, eu também tenho que ter uma idéia.
E gritou:
— Fogo, fogo, fogo!!
Jogo de cintura Um agente da Polícia de Trânsito manda parar um condutor por excesso de velocidade:
— Posso ver a sua carteira de motorista?
— Não tenho. Foi suspensa na minha ultima multa - diz o motorista.
— Posso então ver o registo de propriedade do veículo?
— O carro não é meu. Eu roubei.
— O carro é roubado? - assusta-se o policial.
— Sim, é verdade. Mas agora que penso nisso, acho que vi o registo de propriedade no porta-luvas quando lá coloquei a minha рisтоlа...
— Está com uma arma no porta-luvas? - interrompe o guarda.
— Sim. Coloquei-a lá depois de matar a dona do carro e ter metido o corpo dela no porta-malas.
— Está com um corpo no porta-malas??? indigna-se o agente.
— Sim senhor.
Ao ouvir isto, o policial chama imediatamente o seu superior.
O carro é rápidamente cercado por um cordão policial e o capitão aproxima-se do veículo para controlar a situação, dizendo:
— Senhor, posso ver a sua carteira de motorista?
— Claro, aqui está ela (o documento é válido).
— A quem pertence este veículo?
— É meu, seu guarda. Aqui tem o registo de propriedade (o carro é, de fato, do condutor).
O capitão continua:
— Faz-me o favor de abrir o seu porta-luvas lentamente para eu verificar se lá se encontra uma arma?
— Sim senhor (o porta-luvas está vazio).
— Podia abrir o porta-malas do seu veículo, por favor?
— Sim senhor (não tem corpo nenhum).
E o capitão:
— Não compreendo. O agente que o mandou parar disse que você afirmou não ter carteira de motorista, ter roubado o carro, ter uma arma no porta-luvas e um corpo no porta-malas.
E o motorista:
— Ah, claro. E aposto que o mentiroso também lhe disse que eu conduzia em excesso de velocidade, certo?
Um cidadão em seu carro corria a 200/h, quando deu de frente com uma blitz, parando a pedido do guarda que que lhe disse:
— Engraçadinho!!, seus documentos por favor _ Não os trouxe, seu guarda _ Sua habilitação _ Não tenho, e tem mais, no porta luvas tenho uma arma e no porta malas um cadáver O policial assustado chama seu superior e relata o fato.
Chegando o superior diz ao motorista:
Seus documentos, e ele entregou, pediu a habilitação, e ele novamente entrega.
O superior pede, abra o prta luvas, e nada tinha dentro, pede para abrir o porta mala, tambem nada dentro,entao diz o superior assustado: __ Nao estou entendendo nada dizendo ao motorista o que tinha lhe dito o policial.
Reponde o motorista:
— Pois é capitão, só falta agora ele dizer que eu estava a 200/h.
Um homem foi fazer um теsте pra conseguir um emprego em um loja de carros. Então o empregador perguntou:
— Você está em um túnel escuro e vê dois faróis. O que é?
— É um carro! — respondeu o candidato.
— Certo, mas que carro? Uma Mercedes? Um Audi? Uma BMW?
— Não sei, não dá pra ver! Está escuro!
— Certo — respondeu o entrevistador, com cara feia, fazendo anotações — Passemos para outro теsте. Você está no mesmo túnel escuro e vê apenas um farol. O que é?
— É uma moto.
— Certo, mas que moto? Uma Yamaha? Susuki? Honda?
— Ué! Eu não sei! Está escuro!
— Você está reprovado!
Ele ficou muito decepcionado e pediu:
— Antes de sair da sala, posso fazer uma pergunta?
— Diga! — respondeu o empregador, seco.
— O senhor está na rua da sua casa e vê uma mulher de cabelo tingido, unha pintada, salto alto, vestido vermelho e rodando a bolsinha. O que é?
— Ora. É uma prostituta.
— Sim, mais qual delas? Sua irmã? Sua mulher? Sua mãe?
Durante as grandes navegações as tripulações em geral padeciam de um mal crônico... falta de mulher!
Para aliviar essa falta os marinheiros serviam-se solitariamente de barris para aliviar a tensão. Uma vez cheio, o barril era fechado e lançado ao mar. Um destes, foi conduzido por uma corrente marítima tão fria que, meio congelado, acabou nas praias de um convento. Após alguns meses as freiras estava todas grávidas! Apreensiva com tanta gravidez inesperada a madre superiora perguntou a Irmã Fofoqueira!
— Irmã, você que sempre sabe de tudo, recorda de algo que explique estes fatos?
— Madre, lembro-me que acerca de um ano, encalhou na praia um estranho barril. Seu conteúdo parecia chope, mas não era...
— Sim, irmã, e o que aconteceu depois?
— A madre disse que devíamos sempre exaltar a Obra Divina, até mesmo com coisas aparentemente inúteis...
— Sim, irmã, e daí?
— Seguimos o seu conselho, e resolvemos usar aquela estranha matéria para fazer velas!