Num farol vermelho, uma limousine emparelha com uma Kombi.
Dentro da limusine, um executivo tira um sarro com o motorista da Kombi.
— Esta limousine é o máximo! Tem ABS, airbags para todos os passageiros, controle de temperatura automático, computador de bordo, vidros fotocromáticos, televisão com uma antena parabólica...
— Mas tem DVD player, que nem minha Kombi?
O verde aparece no farol e a Kombi sai, deixando o executivo arrasado porque não tinha esse item tão simples. Ele foi direto mandar instalar o equipamento.
Um dia, os dois carros se encontram de novo, no mesmo farol, e o executivo não perdoa:
— Minha limousine tem DVD! Entendeu?
— Mas tem míni-bar?
O sinal fiса verde e o executivo quer morrer e manda instalar correndo um míni-bar.
Ele passava todo dia naquela esquina para encontrar o rival, até que um dia, vê a Kombi estacionada com os vidros fechados. Ele sai da limousine e bate no vidro até que ele se abre. O rapaz põe a cabeça para fora, ele bota a maior banca, e fala:
— Eu instalei o míni-bar na limousine!
— O quê? Você me tirou do chuveiro por causa disso?
Um mágico trabalhava emum navio, fazendo shows para os passageiros. O públicoeradiferente a cada semana, então o mágico sempre repetia os mesmos truques. O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques. Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do show:
'Olha, não olhem para o mesmo chapéu! Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa! Hei, por que todas as cartas são Ás de Espada? ' O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada. Afinal de contas era o papagaio do capitão. Então, um dia o navio afundou. O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto com o papagaio. Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma. Isto continuou por vários dias. Finalmente, no quinto dia, o papagaio não se conteve e disse:
— 'Ok, com essa eu desisto. Onde você enfiou a mer*da do navio?'
A loira gostosona estava para se suicidar, ia se jogar no mar no cais da praia, no Rio de Janeiro, daí apareceu um marinheiro.
— Moça, não faca isso!!!!!
— Vou me jogar, minha vida está uma меrdа...
— Não!!!! Olha... meu navio está de partida para a Europa, porque você não vem comigo, e depois pensa no que faz. Se chegando lá você ainda quiser se matar, pelo menos você conheceu a Europa.
A loira achou a proposta razoável e seguiu com ele para um bote salva-vidas onde ela viajaria clandestina. O marinheiro ficou de trazer comida e iria levar todas as noites pra ela. E assim foi, durante 2 semanas, ele trazia comida e água e aproveitava e dava uma "comidinha" nela.
Comida, água e comidinha... Até que um dia um Capitão, junto com um grupo de inspetores foi fazer uma inspeção nos botes e descobriram a loira. Ela, sem outra saída, resolveu contar a verdade.
— Olha, eu estou aqui, seguindo para a Europa porque um marinheiro me trouxe. Todas as noites ele me traz comida, água e dá uma trepadinha comigo e vai ser assim até chegar na Europa...
Ainda falta muito???
— Não sei, moça. Esta é a barca que faz a travessia Rio-Niterói
Depois de muitos meses em treinamento no mar, o navio vai se aproximando do porto. Os marinheiros estão eufóricos e excitadíssimos, pois foram muitos meses de total abstinência pelos indomáveis mares bravios do planeta.
O comandante chama os marinheiros e faz uma bela preleção: o respeito aos nativos, o tempo que cada um terá para conhecer o lugar, que os seus homens devem ter um comportamento à altura das tradições da marinha, os cuidados para evitar as doenças sexualmente transmissíveis e etc. Terminada a falação, os marinheiros se dispersam e vão se preparar para a descida no porto.
Decorrido algum tempo, o comandante percebe um estranho silêncio. Nenhum movimento a bordo. O que terá acontecido? Que mistério é esse? E ele vai investigar.
Percorre o navio sem ver ninguém até que ele chega ao banheiro e vê uma cena no mínimo curiosa: todos os marinheiros nus, em pé encostados às paredes. No chão, no meio do banheiro, um sabonete...
Era uma vez um homem que tinha uma paixão terrível:
Feijões cozidos com bacon.
Ele os adorava, mas eles provocavam muitos gases, criando uma situação um pouco embaraçosa ao homem. Um dia, ele conheceu uma garota e se apaixonou.
Quando estava aparente que eles iriam se casar, ele pensou:
— Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar desse jeito.
Então, ele fez um supremo sacrifício e largou os feijões.
Pouco depois eles se casaram...
Alguns meses depois, ao sair em serviço, o carro dele quebrou e, como eles viviam fora da cidade, ele telefonou para sua esposa dizendo a ela que chegaria atrasado porque teria de voltar a pé.
No caminho de volta para casa, ele passou por um pequeno restaurante, que exalava um maravilhoso e inebriante aroma de feijões cozidos com bacon.
Como ainda tinha que andar alguns quilômetros até em casa, ele pensou que qualquer efeito negativo passaria muito antes de chegar.
Não teve dúvidas, entrou e pediu, babando, duas porções caprichadas de feijões. Já retornando para casa, sua volta foi marcada por estrondosos e contínuos gases, os quais, sem o menor constrangimento ou inibição, ele soltava com um misto de prazer e realização.
Chegando em casa, sentiu-se bem aliviado e seguro. Sua esposa o encontrou na porta e, parecendo bastante excitada, lhe disse:
— Querido, eu tenho a maior surpresa para você no jantar de hoje! Coloque essa venda para não estragá-la.
Vendado, ela o guiou até a cadeira na cabeceira da mesa de jantar. O fez sentar-se e prometer que não olharia em hipótese nenhuma.
Neste ponto, ele sentiu que havia um enorme flato a caminho. Um suor frio percorreu-lhe a coluna, ao segurar aquilo que lhe pareceu ser todo o gás de um Zeppelin. Mas ele o segurou brava e heroicamente.
Quando sua esposa estava prestes a remover a venda, o telefone tocou.
Ela, novamente, o fez prometer que não ia olhar até que ela voltasse e saiu para atender o telefone. Enquanto ela estava fora, ele aproveitou a oportunidade.
Jogou seu peso para apenas uma perna e soltou um que, não apenas saiu alto, como tinha o som daqueles apitos de marinheiro embarcando.
Tendo em vista a dificuldade para respirar, devido ao mau cheiro, ele procurou pelo guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si. Estava começando a se sentir melhor quando outro surgiu a toda força.
Levantou a perna e RRRIIIPPPPP! Soou como um motor a diesel pegando e, agora, fedeu mais ainda. Parecia com o fedor de animal morto, mas com carniça de toda uma parelha de cavalos!
Esperando que aquele nausebundo odor se dissipasse, começou a sacudir os braços loucamente.
As coisas começavam a voltar ao normal quando sentiu os loucos ímpetos de mais um. Levantou uma perna, igual a um lutador de sumô, e mandou ver...
O barulho foi como se tivessem tocado os trombones do inferno.
Esse foi um legítimo merecedor de uma medalha de ouro.
Seis graus na escala Richter!!! Nem um tiro do canhão Bertha da Primeira Guerra (que atingia Paris a 60 km de distância) era igual em decibéis.
As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu e, setenta segundos depois, a rosa sobre a mesa feneceu.
Após noventa, morreu sequinha! Enquanto ficava com um ouvido atento à conversa da mulher no telefone e mantendo a sua promessa de não tirar a venda, ele manteve uma cadência de fogo cerrado.
Uma barragem de artilharia, mesmo! Quase seis minutos dando tiros e abanando-se ora com os braços, ora com o guardanapo.
Quando ouviu a mulher despedir-se no telefone, suavemente depositou o guardanapo no colo e cruzou por sobre ele suas mãos.
Um sorriso, um misto de marotice e inocência, marcava a expressão angelical da sua cara, quando sua esposa entrou pedindo desculpas por haver demorando tanto.
Perguntou-lhe se havia olhado a mesa de jantar, o que ele negou, veementemente. Certificando-se de que não a enganara, a esposa, retirou sua venda e gritou:
— Surpresa!!!
Para seu choque e horror estavam doze convidados, com caras que iam do espanto incrédulo ao horror tragicômico, sentados na mesa, ao seu redor, para a festa surpresa do seu ANIVERSÁRIO.
Um mágico foi contratado para apresentar seu show num navio. Porém,o papagaio do capitão, muito sacana,sempre revelava os truques das mágicas.
O mágico já tava de saco cheio de ter todos os seus shows arruinados pelo маldiто papagaio... E ele não podia fazer nada, afinal, o dono do papagio era um tremendo armário 4X4, uma montanha de musculos. Foi aí, que em um certo dia, o navio naufragou... E adivinhem, o mágico e o papagaio ficaram boiando na mesma tábua. Ficaram vagando por horas, cada um em uma ponta da tábua, até que o papagaio resolvu falar:
— Ta bom cara, desisto: Onde você enfiou o navio...?
Um homem estava louco pra achar um emprego. Olhou no jornal e achou uma vaga para ajudante em um escritório. Seguiu o endereço e foi recebido pela dona do escritorio.
— Olá!Eu vim aqui para o emprego.
— Bom!Pra entrar, terá que acertar pelo menos 1 das 3 perguntar que eu fizer.
O homem concordou e a mulher começou.
— Você tá na rua e vê um farol pequeno. O que é?
— Uma moto!
— Uma moto sei que é!Quero saber se é Yamaha, Suzuki... Outra perguntar:Agora, você vê dois farois pequenos. O que é?
— Um carro.
— Um carro sei que é!Quero sbaer se é ford, hilux... Ultima pergunta:Você vê dois farois grandes agora. O que é?
— Um caminhão, né?
— Um caminhao sei que é!Quero saber se é mercedez, volvo... Desculpe, mas você perdeu a vaga.
O homem já estava saindo quando resolveu perguntar.
— Olha só: Eu vou te fazer uma pergunta, se você acertar e me mando, se você errar, eu pego a vaga. Beleza?
— É justo.
— Bom, você está nessa rua e vê uma mulher quase pelada rodando uma bolsinha. O que é?
— Fácil!Uma рuта!
— Рuта sei que é!Quero saber se sua irmã, sua tia, sua mãe!
Um brasileiro, um argentino e um americano foram presos no Iraque.
Foram condenados à receber 50 chibatadas por invasão de divisas.
Como o Capitão era gente boa, concedeu um pedido para cada um.
Primeiro foi o americano e pediu uma jaqueta de couro para aliviar os golpes, de nada adiantou, na décima chibatada a jaqueta arrebentou e ele ficou com as costas no vivo.
Depois foi o argentino, pediu travesseiros para cobrir as costas, também de nada adiantou e na viségima chibatada os travesseiros arrebentaram e ele ficou com as costas no vivo.
Por último foi o brasileiro, e como o Capitão era fã do Ronaldinho Gaúcho, ele concedeu um pedido a mais ao brasileiro, então, o prisioneiro disse:
— Eu quero que aumente minha pena em cinco vezes!
Todos olharam atônitos com a decisão, então o capitão disse - E qual é seu segundo desejo?
O brasileiro com cara de malandro disse:
— Quero que amarrem o argentino nas minhas costas.
PIADAS ON LINE Um motorista é detido por um policial por excesso de velocidade.
— Documentos!... Tenho que aplicar-lhe uma multa.
— Chefe perdão, a verdade é que não percebí a velocidade, dê-me outra oportunidade por favor.
— Ok, como eu gosto de adivinhações, vou lhe fazer uma, se adivinhar não lhe aplico a multa.
— Muito bem, diga-me!
— É de noite, você vê ao longe dois farois de forma redonda. Que é?
— Bem, eu diria que é um automóvel!
— Sim, mas é muito geral, poderia ser um Fusca, um Mercedes ou um BMW. Bom, vou ter que aplicar-lhe a multa.
— Não, por favor, dê-me mais uma oportunidade!
— Está bem. É de noite, ao longe você vê um farol de forma quadrada. Que é?
— Bem, eu diria que pode ser uma moto.
— Sim, mas é muito geral, poderia ser uma Kawasaki, uma Honda ou uma Suzuki. Agora sim, tenho que aplicar-lhe a multa.
— Está bem, dê-me a multa, mas antes quero fazer uma adivinhação a você, visto que gosta muito disso.
— Muito bem, diga-me!
— É de noite, ao lado da rodovia você vê umas senhoritas. Quem são?
— Bem, eu diria que são prostitutas.
— Sim, mas é muito geral, poderia ser sua mãe, sua esposa ou sua irmã!