Pássaro de rico é canário, pássaro de pobre é urubu, rаво de rico é ânus, e rаво de pobre é cú.
Moça rica é bacana, moça pobre é xereta, a periquita da rica é vаginа, a da pobre é вuсета.
Rico correndo é atleta, pobre correndo é ladrão, ovo do rico é testículo, e do pobre é culhão.
A esperança do rico vem, a do pobre já se foi, a filha do rico menstrua, a do pobre fiса de boi.
O rico usa bengala, o pobre usa muleta, o rico se masturba, o pobre bate рunhета.
Mas a vida é assim mesmo, seja no norte ou no sul, o rico toma champanhe, e o pobre toma no cú.
O marido viajou ao exterior, onde faria um serviço que demoraria no mínimo dois meses. Imdiatamente a esposa liga para sua mãe e diz.
— Olá mamãe, o Adolfo viajou para o exterior e passará dois meses por lá, que tal a Sra. vir passar alguns dias comigo,então falou a mãe.
— Tu sabe que não falo com aquele desgraçado a mais de dez anos.!!! mas, como ele viajou está bem.
Mas o Adolfo terminou o serviço em tempo récorde e voltou em uma semana, ao chegar em casa resolveu fazer uma surpresa a mulher, entrando em silêncio ao chegar ao quarto estava aquele poposão(bundão)branco prá cima, então ele não coversou e sapecou a boneca(enfiou a vara), então ao terminar correu para o banheiro e encontrou sua mulher sobre o vaso, então ele falou:
— Lílian!!! não era vc?
— Eu o quê?
— Aquela que peguei agora lá na nossa cama?
— Não acredito!!! foi a mamãe. Então foi imediatamente ao quarto e falou.
— Mas mamãe, a Sra.!!! minha mãe, fazer isso comigo? E a velha;
— Eu te avisei que não falo com o desgraçado há mais de dez anos, e não seria por isso que iria falar agora.
Ainda novo, um rabino falece tragicamente em um acidente. Como ele vivia em uma comunidade pequena, todos se conhecem e, depois de algum tempo, acabam aconselhando à jovem esposa para que ela volte a se casar.
Na comunidade havia somente um candidato disponível e era um mecânico, simpático mas de pouca educação formal. Embora relutasse muito no início, pois era habituada a viver com uma pessoa erudita, a viúva finalmente aceita. Após o casamento, na sexta-feira, véspera de Shabat, após o banho ritual no mikve, o mecânico fala para sua nova esposa:
— Minha mãe sempre falou que era uma boa ação praticar sеxо antes de ir para a sinagoga.
E foi dito e feito.
Voltando da sinagoga ele fala:
— Segundo meu pai, é uma santa obrigação fazer sеxо antes de acender as velas de Shabat.
Foi dito e feito, de novo.
Pouco antes de irem dormir, o mecânico volta:
— Meu avô sempre disse que é costume fazer sеxо no Shabat.
E mais uma vez fazem sеxо.
Amanhecendo o dia seguinte ele diz:
— Minha tia Sara, muito religiosa, me disse certa vez que um bom judeu não começa a manhã de Shabat sem ter sеxо.
E novamente fazem sеxо.
A viúva, já no domingo, sai para fazer compras. No mercado encontra com várias amigas, que perguntam:
— E aí? Que tal é o novo marido?
— Bom. — responde ela — ele não é letrado como o falecido rabino, mas vem de uma família maaaaaaaa-raaaaaa-vilhooooosa!
Um brasileiro entra na polícia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:
— Vim entregar-me. Cometi um сriме e desde então não consigo viver em paz.
— Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.
— Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.
— Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
— Mas ele estava no acostamento.
— Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
— Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
— Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
— Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
— O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
— Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo!
— Tudo mentira, esses argentinos mentem muito!