Piadas de Japoneses, Piadas de Japonês
O português foi pro Japão e comprou um par de óculos cheio de tecnologia que mostrava todas as mulheres peladas. Manuel coloca os óculos e começa a ver todas as mulheres peladas, ele se encanta. Põe os óculos, pelada. Tira os óculos, vestidas. E assim foi Manuel para Portugal, louco para mostrar a novidade para a Maria, sua mulher.
Quando chega em casa, já coloca os óculos para pegar Maria pelada. Abre a porta e vê Maria e um homem no sofá pelados. Tira os óculos, pelados. Põe os óculos, pelados. Tira, pelados. Põe, pelados.
E Manuel diz:
— Рuта que pariu! Essa меrdа já quebrou!
O japonês entra no ônibus na rodoviária do Tietê, e pede ao motorista:
— Olha, eu estou indo só até Taubaté, mas, como este ônibus está indo para o Rio de Janeiro, e eu estou muito cansado, temo não acordar e passar do ponto, de forma que eu gostaria que o senhor me acordasse assim que chegarmos a Taubaté.
— Não tem problema – responde o motorista – não me esquecerei.
— Tem mais uma coisa – diz o japonês – quando eu acordo fico muito, mas muito mal humorado; caso eu xingue, brigue, ofenda o senhor, recusando-me a descer, não me leve a mal, pode até me jogar para fora do ônibus, contanto que seja em Taubaté.
— Pode deixar comigo – diz o motorista.
Só que, quando o japonês acorda, para sua surpresa, dá de cara com o Corcovado. Enfurecido, parte para cima do motorista, esbravejando e xingando-o de tudo que é palavrão.
Um passageiro, comenta com o colega:
— Puxa! Mas que japonês nervoso!
Ao que o outro retruca:
— Nervoso? Isso não é nada! Você tinha era que ver o outro japonês que ele pôs pra fora em Taubaté.
Era o concurso de quem dormia com mais mulheres. Participavam um alemão, um italiano, um japonês e um brasileiro. O cronista começou a narrar o concurso:
— Atenção, lá vai o japonês, dormiu com uma, dormiu com duas, dormiu com trêêêêsssssss, brochou!
— Agora é a vez do alemão, dormiu com uma, dormiu com duas, com três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nooooovvveeeeee, brochou!
— Chegou a vez do italiano, com pinta de gostosão partiu para cima e dormiu com uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, deeeeeezzzzzz, brochou!
— Ih, o brasileiro vai tentar, o coitado é FEIO! Mas lá vai ele… dormiu com dez, dormiu com vinte, dormiu com trinta, quarenta, cinquenta, sessenta, ih acabou as mulheres e ele tá vindo pra cá. SOCORRO!
De passagem por Tóquio, mesmo sem saber uma só palavra em japonês, o executivo brasileiro ainda assim conseguiu levar para o hotel uma garota que, por sua vez, só falava japonês.
Na cama, o orgulho do nosso herói cresceu ainda mais, pois a garota não parou de exclamar durante a noite:
— Machigai ana!
No dia seguinte, jogando golfe com um executivo local, quando este acertou um buraco de uma só tacada, o executivo resolveu surpreendê-lo com a expressão que havia aprendido:
— Machigai ana! Machigai ana! — berrou.
Ao que o industrial japonês retrucou, intrigado e em excelente português:
— Buraco errado? Por quê?
Um japonês e um finlandês estavam em um bar. Em um momento eles começaram a discutir e eventualmente, decidiram sair e resolver as coisas como homens.
Dez minutos mais tarde, o homem finlandês retomou a consciência e se viu deitado no chão no beco atrás do bar. Ele se levantou, entrou no bar, e percebeu que o japonês ainda estava lá. Então se dirigiu até o japonês e perguntou:
— Que diabos foi aquilo?
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Karatê, - respondeu o japonês.
Ambos continuaram a beber e depois de algum tempo, eles mais uma vez tiveram uma discussão. Mais uma vez eles decidiram resolver as coisas do lado de fora. Momentos depois, o homem finlandês acorda no beco, como antes.
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Judô, - disse o japonês quando o homem finlandês voltou.
Eles continuaram a beber, e, para surpresa de ninguém, começaram a discutir novamente. E saíram para resolver as coisas. Mas desta vez, foi o japonês que se viu batido no beco. Quando ele voltou para dentro, o homem finlandês disse:
— Algo também da sua terra natal, chamado de golpe de Nokia 3310.
Duas semanas de casamento, o marido apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a galera pra fazer a festa.
Assim, ele diz a sua queridinha:
— Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro… — Onde você vai, meu docinho?
— Ao barzinho, tomar uma geladinha.
A mulher bota a mão na cintura e lhe responde:
— Quer cervejinha, meu amor?
Nesse momento ela abre a porta da geladeira e lhe mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países, alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicana, etc.
O marido sem saber o que fazer, lhe responde:
— Meu docinho de coco… mas no bar… você sabe… o copo gelado… O marido nem terminou de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e lhe fala:
— Quer copo gelado, amor?
Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, tão branco, tão branco, que até tremia de frio. O marido responde:
— Mas minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos… Já estou voltando, tá?
— Quer salgadinho, meu amor?
A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes, quibe,coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de gаlinhа, queijo derretido,torresmo… — Mas, minha Pixunguinha… lá no bar… você sabe…. as piadas, os palavrões, tudo aquilo… — Quer palavrões, meu amor? ENTÃO VAI TOMAR NO CU, PORQUE DAQUI VOCÊ NÃO SAI NEM FODENDO, SEU FILHO DA РUТА!
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki,vindo do Japão.
A aula começa e a professora: Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse:
"Dê-me a liberdade ou a morte?"
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
— Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse:
"O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?"
Suzuki:
— Abraham Lincoln, em 1863, em Washington A professora olha os alunos e diz:
— Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha,lá ao fundo:
"Japonês filho da рuта!"
— Quem foi? - grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
— General McArthur, em 1941 em Pearl Halbour.
A turma fiса super silenciosa... apenas ouve-se do fundo da sala:
"Acho que vou vomitar."
A professora grita:
— Quem foi?
E Suzuki:
— George Bush Sênior, ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
"Chupa o meu раu!"
E a professora, irritada:
— Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
— Bill Clinton à Mônica Lewinsky,na Sala Oval da Casa Branca, Washington em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
"Suzuki de меrdа!"
E Suzuki responde:
— Valentino Rossi,no Grande Prêmio de Moto, no Rio de Janeiro,em 2002.
A turma fiса histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor, que diz:
"Que меrdа é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!"
E Suzuki, bem alto:
— Lula, para o José Dirceu, quando estourou o escândalo dos Correios.
Ao chegar no pesqueiro, o japonês senta em uma cadeira na beira da lagoa, pega sua traia de pesca e começa a pescar..
Depois de uma hоrа de pesca o japa não havia pegado nem um peixe, mais não ficava conformado de ver um negão do seu lado, que pescava um atrás do outro.
Ele Levantou foi até o negão e perguntou qual era a ísca que ele tinha.
— Corte um pedaço do pinto e coloque no anzol.. Disse o negão.
O japa voltou pro seu lugar e fez o теsте. Não é que deu certo...
Pegou um, dois, tres, foi pegando, um maior que o outro.
Derrepente o japa pega seus peixes, e começa a ir embora..
Aí o negão perguntou..
— Uai , japa ja vai embora?
O japa virou pra ele, e disse .
— Ísca de Japa acabou.
Quatro soldados de diferentes países — um americano, um japonês, um espanhol e um português — encontravam-se presos em um campo de concentração.
O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um теsте em que todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento.
E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade o portuga, clamou:
"Matem esse americano sem graça!"
E lá se foi o pobre gringо...
O próximo era o japonês: contou a piada mais engraçada que conhecia.
Mais uma vez, todos riram, menos o portuga. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou:
"Matem esse japonês que não sabe contar piadas!"
E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o portuga caiu na risada. E passou a rir sem parar. O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:
— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada... Do que está rindo?
— Muito boa a piada do americano!
No primeiro dia de escola nos Estados Unidos, um novo estudante, de nome Toshiba, filho de um negociante Japonês, entrou para a quarta classe. A professora saudou a classe, e disse:
— Vamos começar por rever a Historia Americana. Quem disse:
"Dêem-me a liberdade ou a morte?..."
Viu apenas um mar de caras de ignorância, com excepção do pequeno Toshiba que estava de braço no ar "Patrick Henry, 1775." — disse o garoto.
— Agora, — disse a professora, — quem disse:
"O Governo do povo, pelo povo e para o povo não deve nunca extinguir-se da face da Terra?"
Mais uma vez, tudo calado exceto o Toshiba:
— Abraham Lincoln, 1863.
A Professora virou-se para a classe e disse:
— Vocês deveriam ter vergonha. O Toshiba, que acabou de chegar ao nosso país, sabe mais sobre ele do que vocês.
Assim que a Professora se virou para escrever no quadro, ouviu-se uma voz:
— Malditos Japoneses.
— Quem disse isso? — perguntou ela.
Toshiba levantou o braço:
— Lee Iacocca, 1982.
Nesta altura, um aluno já farto do ar de superioridade do Toshiba em relação ao resto da classe, levantou-se e disse:
— Vou vomitar.
— Quem disse isso? — perguntou novamente a professora.
Mais uma vez, o Toshiba levantou o braço:
— George Bush para o Primeiro Ministro Japonês, 1991.
Já furioso, um outro aluno levanta-se e grita para o Toshiba:
"Olha, chupa o ..."
Mais uma vez, resposta do Toshiba:
— Bill Clinton para Monica Lewinsky, 1997.