Carta de uma mãe portuguesa a seu filho Querido filho, Te escrevo estas linhas para que saibas que estou viva. Te escrevo devagar porque tu não consegues ler rápido.
Bom, não vais mais reconhecer a casa quando vieres, porque a gente se mudou.
Finalmente enterramos teu avô. Encontramos o cadáver com esse negócio da mudança; estava no armário desde aquele dia em que ganhou de nós brincando de esconde-esconde.
Hoje a tua irmã Júlia teve um filho, mas como ainda não sei se é menino ou menina, não posso dizer se és tio ou tia.
Quem não tem aparecido por aqui é teu tio Venâncio, que morreu totalmente no ano passado.
Estou preocupada com o сасhоrrо Boby, que insiste em perseguir os carros parados.
Ah! Finalmente os engarrafadores de refresco tiveram a grande idéia de por um letreiro na tampinha que diz:
"Abra por aqui". Que achas?
Teu irmão José fechou o carro com a trava e deixou as chaves dentro. Teve que ir lá em casa para pegar a chave duplicata e poder tirar todos nós de dentro do carro.
Esta carta te mando com o Manuel, que vai amanhã para aí. A propósito, será que podes pegá-lo no aeroporto?
Bom meu filho, não escrevo o endereço porque não sei, é que a última família portuguesa que vivia aqui nesta casa levou os números para não terem que mudar de endereço.
Se encontrares a Dona Maria dá um alô da minha parte; caso não a encontres, não precisas dizer nada.
Tua mãe que te ama:
Eu.
PS: Eu ia te mandar cem Escudos, mas já fechei o envelope
Num vôo comercial, o piloto liga o microfone e começa a falar aos passageiros:
— Bom dia, senhores passageiros, neste exato momento estamos a 9 mil metros de altura e estamos sobrevoando a cidade de... OHHHHHHH, MEU DEUS!"
E os passageiros escutam um grito pavoroso, seguido de um barulho infernal:
— "Nãaaaaaaooooooo!"Splect! Sploft!
Segundos depois, ele pega o microfone e, rindo sem graça, se desculpa:
— Desculpem-me, esbarrei na bandeja e minha xícara de café >caiu em cima de mim.
Precisam ver como ficou a parte da frente da minha calça!
E um dos passageiros gritou:
— Ô Filho da рuта, você precisa ver como ficou a parte de trás da minha!
Um piloto de fórmula índi tava correndo, aí, ele parou no boxe para abastecer, a equipe abasteceu o carro, e um papudiño da equipe tava com uma garrafa de cerveja, e era o responsável por abastercer o sistema para o piloto beber água, que consistia em um canudo depositado na boca do indivíduo, então , o cara da equipe já tava vomitando de tão bêbado, então, por engano, ele botou cerveja no lugar da água, e o piloto saiu yodo feliz do boxe, mas a um certo tempo, ele ficou com sede, e não sabia com funcionava o sistema, mas a mensagem dele á equipe estava com má qualidade, e eles não entenderam o que ele falou, e como ele estava em último, mandaram ele correr usando a gíria muito coum na fórmula índi(beber significa correr-como se ninguém sobesse-), e ele falou o seguinte:
— Bebe!Bebe!Bebe!Bebe!Bebe!
E o piloto bebeu toda a cerveja, ficou papudinhu e penetrou a cabeça do carro na traseiro do piloto da frente, e os dois bateram.
Alguns dias depois, a assombração do piloto foi acertar as contas com a equipe, mas ele era novato, e não sabia que beber era correr
Um português estava no Brasil e decidiu voltar para Portugal, pois estava com saudades de sua tia Maria.
No Avião, ele sentou num acento, e por lá ficou.
Chegou a Aeromoça para pegar os bilhetes:
— Seu bilhete por Favor.
Ele entregou o bilhete:
— Senhor, este bilhete está errado, por favor, dirija-se ao Acento 54, que fiса na classe econômica._falou a Aeromoça.
— Daqui ninguém me tira!
Não teve jeito, ela teve que chamar o copiloto:
— Senhor, retire-se por favor._pediu o copiloto.
— Daqui ninguém me tira.
E agora, tiveram que chamar o piloto.
Enquanto isso, o homem que estava do lado do português cochichou no ouvido dele e ele pegou suas malas e saiu correndo para a classe econômica.
— Ei, cadê o português?_perguntou o homem.
— Ele foi para a classe econômica. Eu só disse uma coisa pra ele e ele foi pra lá.
— O que você disse pra ele?
— Que esta parte vai pra Paris, e a outra vai pra Portugal.
Certa vez em um avião viajavam um português, um brasileiro e um peruano. De repente o peruano que era o piloto vem correndo até os companheiros e diz: O avião está caindo, e o problema e que temos somente dois para-quedas, sem perder tempo o peruano coloca um deles nas costas e atira o outro para os dois amigos. Logo o português diz: vamos tirar a sorte no par ou ímpar, o peruano ao ver que o português tinha ganhado a disputa saltou, mas depois de passados alguns segundos ele estra- nha a demora e olha para cima, vendo o brasileiro saltar com o para-quedas e português na porta do avião com um frasco em uma das mãos e outra a massagear o cabelo e logo em seguida o português pula, passando pelos dois companheiros e se esburracha no chão. Quando chegam no solo o peruano intrigado, pergunta ao brasileiro o que ele havia feito para conseguir o pára-quedas, o brasileiro disse que havia trocado por seu tônico capilar e vai embora, o peruano corre até o português e vê seu corpo quase que irreconhecível mas ainda segurando o frasco em uma das mãos.
Curioso ele se aproxima e lê no rótulo do frasco:
"Tônico capilar pára queda de cabelos."
O português se preparava para pegar um avião e voltar para Portugal quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção. Era um computador com voz que identificava os passageiros sem documentos. Assim que ele passou, o computador acusou:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, passageiro do vôo 572 da TAM.
Impressionado, Joaquim foi ao banheiro, raspou o bigode e trocou de camisa. Ao passar pelo computador, a voz acusou novamente:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, passageiro do vôo 572 da TAM.
Mas Joaquim não se deu por vencido! Voltou ao banheiro e passou maquiagem, colocou uma peruca loira e um vestido.
— Agora eu provo que essa máquina é burra!
E a maquina acusou de novo:
— Joaquim Pereira, 45 anos, português, casado, que por causa dessa viadagem acaba de perder o vôo 572 da TAM.