Vinha pela estrada uma caravana de motociclistas fortes, bigodudos, em suas poderosas motos, quando de repente eles veem uma garota a ponto de saltar de uma ponte de um rio.
Eles param e o líder deles, particularmente corpulento e de aspecto rude, salta, se dirige a ela e pergunta:
— Que diabos você está fazendo?
— Vou suicidar. Responde suavemente a delicada garota com a voz cadenciada e ameaçando pular.
O motociclista pensa por alguns segundos e finalmente diz:
— Bom, antes de saltar, por que não me dá um beijo?
Ela acena com a cabeça, bota de lado os cabelos compridos encaracolados e dá um beijo longo e apaixonado na boca do motociclista parrudão.
Depois desta intensa experiência, a gangue de motoqueiros aplaude o líder que depois de recuperar o fôlego, alisa a barba e admite:
— Este foi o melhor beijo que me deram na vida. É um talento que se perderá caso você se suicide. Por que quer morrer?
— Meus pais não gostam que eu me vista de mulher!
No velho oeste, aquele bandido com cara de mau, barba por fazer, cicatriz no rosto, revólver prateado pendendo da cintura, esporas reluzentes, entra pisando durо no Saloon.
Silêncio total.
Ele encosta no balcão, o atendente tremendo lhe serve um uísque duplo, ele toma de um só gole, depois vira-se para alguém sentado numa mesa próxima.
— Você aí! Levante-se! — ordena ele, com voz de trovão. — Tira as calças.
O sujeito obedece. Ele abre a braguilha, tira o раu pra fora e mete a vara no coitado.
— Eu sou o famoso рiса de aço! — diz depois de completado o serviço.
No dia seguinte, na mesma hоrа, o sujeito volta ao bar, bebe o uísque, aponta para um outro sujeito, pede para ele tirar as calças, passa-lhe a vara e no fim diz:
— Eu sou o famoso рiса de aço!
No outro dia, na mesma hоrа, ele volta ao bar, toma o uísque, aponta para uma bichinha, pede para ela tirar as calças, mete-lhe a vara e...
— Aaaaaaaiiiiiiiii...
E a вiсhа:
— E eu sou o famoso cu de alicate!