Entra ao ônibus um rip, senta-se próximo ao motorista. Alguns pontos à frente entra uma freira e senta-se ao lado do rip.
O rip passa a observar as curvas da jovem freira sob o hábito. Não resistindo canta a freira. A freira toda nervosa pede ao motorista que pare imediatamente o ônibus e desce furiosa.
Quando o rip vai descer o motorista vira para ele é diz que sabe como o rip poderia fazer para comer a freira. O rip interessado pergunta:
— Como?
O motorista então diz:
— Essa freira reza toda quarta-feira à noite no cemitério aqui do bairro.
— Você com essa barba e esse cabelo cumprido se colocar um túnica pode passar por Jesus.
O rip agradeceu e na quarta à noite lá estava ele.
Não demorou muito e chegou a freira. Ajoelhando começou a rezar. Eis que surge o rip fantasiado de Jesus dizendo:
— Irmã vim atender seus pedidos.
A freira agradece e começa a solicitar a intervenção do rip.
O rip sugere que ela seria atendida somente se fizesse sеxо com ele.
A freira retruca:
— Sou casta e me guardo para Deus. Então o rip diz que é o enviado de Deus, seu filho, o representante do pai.
— A freira se convence e diz ao rip que ele poderia fazer somente sеxо аnаl com ela.
O rip todo empolcado come a freira e em êxtase começa a gritar:
— Enganei você, eu não sou Jesus, sou o rip.
A freira começa a rir e diz:
— Quem enganou alguém aqui foi eu, porque não sou a freira, sou o motorista do ônibus tché.

Enquanto isso, no rodízio...
— Estômago:
— Cara, manera aê com o que vai comer. Essa semana foi fоdа. Manda uns vegetais pra dentro, porque as coisas no intestino estão feias.
Primeiro prato (800g): Arroz, feijoada, cupim, picanha, coração de gаlinhа e tomate.
— Estômago:
— Tá de sасаnаgем, né? Duas rodelas de tomate? E essas carnes mal-passadas? Pelo menos mastiga direito essa роrrа.
Segundo prato (550g): Arroz, costela, picanha, alcatra e salada de maionese.
— Estômago:
— Chega de carne, cara, não cabe mais nada aqui. Lembra daquela úlcera? Tá faltando pouco pra cicatriz abrir. Tu quer fuder com tudo, né ? Manda um pouco de água.
Bebida: Coca-Cola 600ml - Estômago:
— Seu imbecil, eu falei um pouco de água.
— Eu:
— Ué, Coca-Cola tem água. E ainda ajuda a dissolver a carne.
— Estômago:
— Coca-cola tem o inferno dentro, роrrа. Tá fudendo aqui com o suco-gástrico.
— Esposa:
— Amor, com quem você tá falando?
— Eu:
— Nada, não, tô pensando alto.
Sobremesa: 300g de pudim.
— Estômago:
— Eita роrrа, cabe mais não. Tá ouvindo?
— Intestino:
— O que tá acontecendo aí em cima? Que zona é essa?
— Estômago:
— O cara tá empurrando comida. Agora veio pudim pra dentro. Não sei mais o que fazer.
— Intestino:
— Vamos mandar direto.
— Estômago:
— O quê?
— Intestino:
— É isso aí, operação descarga.
— Estômago:
— Cara, o cérebro não vai gostar.
— Intestino:
— Fоdа-se o cérebro, ele nunca veio aqui em baixo pra saber como são as coisas.
— Estômago:
— Vamos dar mais uma chance pra ele. Eu acho que ele não vai mais...
Bebida 2: Cafezinho.
Estômago - Filho de uma рuта. Vou explodir.
Intestino - Operação descarga iniciando. Anda, libera o canal do duodeno que eu já tô conversando com o esfíncter.
Coração - Que que tá havendo aí embaixo? A acetilcolina tá aumentando muito.
Intestino - Operação descarga.
Coração - Quem autorizou isso? O cérebro não me mandou nada.
Estômago - Fоdа-se aquela geléia! Nem músculo tem.
Intestino - É isso aê, fоdа-se essa géleia inútil. Vinte segundos pra abrir o esfíncter аnаl. Quero ver o ânus arder com esse suco gástrico.
Esposa - Amor, você tá passando bem? Tá suando todo, aonde você vai?
Eu - Preciso ir ao banheiro, urgente. Paga a conta e me espera no carro.
Esposa - O que você comeu pra isso?
Eu - Não sei. Acho que foi o tomate.
Imagine que você é uma garota. E é sua primeira vez.
À medida que você reclina, seus músculos se contraem.
Você tenta afastá-lo enquanto pensa numa desculpa, mas ele insiste, aproximando-se cada vez mais.
Ele pergunta se você está com medo e você sacode a cabeça negativamente. Ele tem muita experiência, seus dedos encontram o ponto certo você estremece. Seu corpo fiса tenso, mas ele faz tudo de maneira gentil, como tinha prometido.
Ele olha no fundo dos seus olhos e pede que confie nele. Ele já fez isso muitas vezes. O sorriso dele faz com que você relaxe e abra mais, de modo afacilitar as coisas.
Você pede para que ele seja rápido, mas ele vai devagar, cuidando para que você sinta o mínimo de dor possível. À medida que ele vai forçando, você sente os tecidos cedendo. A dor se alastra pelo seu corpo e você sente um leve sangramento.
Ele olha para você preocupado e pergunta se está doendo. Seus olhos estão rasos de lágrimas, mas você sacode a cabeça e sinaliza para que ele continue.
Ele começa a fazer movimentos ritmados para dentro e para fora, mas você está entorpecida demais para senti-los. Após algum tempo, você sente um rompimento dentro de você e ele tira.
Você está ofegante, aliviada por aquilo ter terminado.
Ele olha para você com aquele sorriso caloroso e diz que você foi a mais difícil, mas ainda assim, a mais recompensadora experiência que ele teve.
Você sorri e agradece ao seu dentista. Afinal de contas, foi a primeira vez que teve um dente arrancado.