Uma loira espetacular ia andando pela rua quando uma cara chega perto dela e diz:
— Quero te possuir agora mesmo!
— Que é isso, você está louco? — diz a garota.
— Vamos fazer o seguinte — diz o cara. — Eu deixo cair 100 reais no chão e o tempo que você demora em apanhar eu te como por trás. Aceita ai vai… A garota pensou, pensou, tava meio dura querendo comprar um celular novo e resolveu telefonar para uma amiga para lhe pedir uma opinião. A amiga muito esperta aconselhou o seguinte:
— Ai amiga esse cara é um ваваса, escuta, o tempo que você demora para abaixar e pegar a grana não dá nem para ele te encostar o pinto. Aceita, você pega a grana e deixa ele falando sozinho.
A amiga 20 minutos depois liga de volta:
— E então?
A loira decepcionada diz:
— O filho da рuта jogou 100 reais no chão em moedas de 5 centavos… Já tá dando a segunda!
São Pedro estava selecionando a entrada das pessoas ao céu e só entrava quem tivesse uma morte por justa causa. Enquanto isso na Terra:
Zé chega em casa preocupado, desconfiando que sua mulher esta lhe traindo. Vai até a área de serviço e vê um homem dependurado na varanda. Pisa sobre suas mãos fazendo com que o coitado caia, do 10º andar do prédio. Olha o homem estirado no chão, mas, não contente com o feito, arrasta a sua geladeira até a varanda e empurra a mesma fazendo com que ela caísse sobre o tal... Por fim se mata. Neste momento no céu chega Zé.
São Pedro pergunta:
— Como você morreu?
— Bem desconfiei que a minha mulher estava me traindo, e ao chegar em casa peguei o vаgавundо dependurado na lavanderia. Derrubei-o. Após cair o vаgавundо ainda teve coragem de levantar os braços, dizendo:
— O meu é maior que o seu!
Após isso joguei nossa geladeira por cima do mesmo.
São Pedro disse:
— Entre.
Neste instante entra outro.
São Pedro:
— E você senhor como morreu?
— Bem eu estava limpando as vidraças do prédio onde trabalho, e por acidente me desprendi de meus equipamentos de segurança e fui despencando prédio abaixo ate conseguir me segurar em uma mureta, na lavanderia de um "louco", que ao chegar e me ver ali, pisou sobre as minhas mão, me derrubando do 10º andar do prédio. Me "espatifei" sobre a calçada. Ao perceber que estava vivo, ergui minhas mãos ao céu, agradecendo a Deus. Mas, depois disso não vi mais nada, porque uma geladeira foi atirada em mim, pelo mesmo senhor que me derrubou.
São Pedro:
— Entre, entre!
Chega um homem pelado, e tremendo de frio.
São Pedro, pergunta:
— E você, como morreu, me conte?
— Ah... sei lá... eu estava dentro de uma geladeira.

O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista.
Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:
— Qual foi seu último salário?
— Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.
— Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
— Jura?
— Que carro o senhor tem?
— Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!
— Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!
— Jura?
— O senhor viaja muito para o exterior?
— Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...
— Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...
— Jura?
— E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum маldiто telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.
Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.
Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um сасhоrrо uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!
— Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
— Si, sim, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
— Ooooohhhhhhhhhhhhh!
— Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...
— E agora? Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:
— Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!