Piadas sobre filmes e atores
Um cara estava andando pela rua quando viu um camelô com uma banquinha vendendo sapos. Eram aqueles sapos grandes, e havia uma placa que dizia: Sapo Chupador!
O cara perguntou:
— Que меrdа é esta?
O vendedor disse:
— É uma espécie de sapo especial, que eu desenvolvi e que chupa como ninguém.
O cara ficou desconfiado, mas como estava meio mal com a mulher e os sapos eram baratos, resolveu comprar um e levar para casa.
Foi mais cedo pra casa e no final da tarde quando a mulher chegou de volta do trabalho encontrou aquela cena: o cara estava na cama, pelado, com o sapo no ombro, de olho arregalado e lendo junto com ele um livro de receitas culinárias.
A mulher, irritadíssima, perguntou:
— Que porcaria é esta? Você na cama pelado com este sapo horrível no ombro e ainda por cima lendo um livro de receitas?
O cara olhou para mulher e disse:
— Se esse sapo aprender a cozinhar, você tá fudida!
Joãozinho estava na porta do cinema querendo entrar para ver um filme impróprio, mas o guarda não deixava de jeito nenhum. Ele pede:
— Deixa eu entrar, seu guarda?
Ao que o guarda responde:
— Nem pensar! Já tá tarde e você é muito novo para assistir esse filme! Então Joãozinho anda para lá e para cá insistindo para entrar mas o guarda não deixa, até que ele começa a cuspir para cima e colocar sua cabeça embaixo. O guarda estranha sua atitude e pergunta:
— Porque você está fazendo isso, menino?
— Deixa eu entrar, que eu te conto!
— Nem pense nisso!
— Tá bom! Você é quem sabe!
E ele continuou a cuspir para cima e colocar a cabeça em baixo. O guarda insistiu:
— Por que você faz isso, menino?
— Deixa eu entrar que eu te conto!
— Pare com isso garoto! Você não vai entrar!
Ele ficou cuspindo para cima e colocando cabeça embaixo até que o guarda não aguentou mais e disse:
— Tá bom pode entrar, mas me diga logo porque está fazendo isso?
— Primeiro eu vou assistir o filme e depois eu conto!
Ao sair do cinema, o guarda chama Joãozinho:
— Ei volte aqui, agora já assistiu o filme, então me conte o seu segredo!
— É que ontem a noite eu ouvi minha mãe dizer para meu pai:
"Cospe na cabeça que entra" e como o senhor pôde ver, seu guarda, realmente dá certo!
A sala de espera estava lotada de passageiros para o vôo 171, da Gaivota's Airlines, que já estava meia hоrа atrasado. As aeromoças tentavam tranqüilizar os passageiros, dizendo que a equipe de vôo ainda estava a caminho, quando de repente aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho. Uma das aeromoças da companhia o encaminha até o avião enquanto os passageiros não acreditam no que vêem. Ela logo trata de se explicar:
— Sei que pode parecer estranho, mas apesar do Comandante Walter Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia!
Os passageiros ficam apreensivos e, alguns minutos depois, chega um outro funcionário, também uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, amparado por uma prestativa aeromoça, que toma a frente e diz, cheia de convicção:
— Senhores passageiros, apesar do piloto Inácio Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia e, juntamente com o seu irmão, formam a melhor dupla que esta empresa já teve!
Todos os passageiros ficam chocados e surpresos com a cena, mas mesmo assim embarcam no avião. O comandante avisa que o avião vai levantar vôo ele começa a correr pela pista, cada vez mais rápido. Todos os passageiros se olham, suando e com muito medo da situação. O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo. A pista está quase acabando o avião nem dá sinal de sair do chão. Todos começam a ficar cada vez mais apavorados. O desespero toma conta dos mais medrosos, enquanto alguns ainda ficam firmes, confiando na competência cega dos pilotos. Alguns segundos depois nem esses se seguram e todos começam a gritar histericamente e só se acalmam quando o avião decola, ganhando o céu, subindo suavemente e provando a competência dos pilotos cegos.
Todos ficam aliviados até que o piloto, que ainda não havia desligado o microfone, vira-se para o co-piloto e diz:
— Já pensou se algum dia o pessoal não gritar?
Afrodite, a deusa do amor, estava passando por uma praça quando viu estátuas de dois amantes, que quase se beijavam, mas não chegavam a fazê-lo. Comovida com a cena, ela disse:
— Esses dois devem estar nesta posição há mais de cem anos e nunca chegaram a se beijar. Preciso fazer algo por eles!
Então ela aproximou-se das estátuas e, usando seus poderes, as transformou em seres humanos e disse-lhes:
— Vocês têm uma hоrа como humanos para fazerem o que bem quiserem... Depois disso se transformarão em estátuas novamente. Por isso, aproveitem!
Afrodite viu, com satisfação, que os amantes foram correndo para a moita mais próxima e ficaram lá por dez, vinte, trinta minutos. A deusa do amor, então, não podendo se conter de curiosidade, foi até a moita para ver o que os dois estavam fazendo. Ao chegar lá, viu os dois agachados, cheios de entusiasmo. O homem, muito excitado, falava para a sua companheira:
— Vamos! Agora é a sua vez! Eu seguro o pombo e você caga em cima dele!
No auge dos 15 anos, o garoto dava uns amassos em uma menina de 13, na última fila do cinema. O negócio estava esquentando até que ele pegou na mão dela e, bem devagar começou a puxá-la para a cadeira dele, até fazer a menina pegar em suas partes baixas.
Assustada e com um ar de inocência ela pergunta:
— Nossa, mas que coisa dura é essa?
— Nada, não — responde ele, com um sorriso malicioso — É só um pacotinho de drops!
— Ah, que pena! Eu ia te pedir um, mas já que tá no finalzinho, pode ficar pra você...
Morando em uma cidadezinha do interior, Zé era dono de uma casinha bem cuidada, com um belo jardim na frente e que contava com o destaque de uma árvore muito bonita. Por causa dessa árvore, Zé recebeu um apelido. Era Zé da Árvore pra cá, Zé da Árvore pra lá.
Muito tempo depois, Zé já estava irritado com a forma que lhe chamavam e decidiu cortar a árvore para dar fim ao apelido. Mas após cortar a árvore sobrou um toco, e não deu outra, começaram a chamá-lo de Zé do Toco.
Contrariado com o novo apelido, Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim. Mas não deu outra, o buraco que restou lhe rendeu o apelido Zé do Buraco.
Indignado com o apelido mais recente, Zé decidiu ele mesmo tapar o buraco no mesmo dia. E desse dia em diante ele ficou conhecido pela alcunha de Zé do Buraco Tapado.