Um garoto de 12 anos entra num bordel arrastando um gato morto por um barbante. Coloca uma nota de 50 no balcão e diz:
— Quero uma mulher!
A cafetina, olhando para ele, responde:
— Você não acha que é um pouco jovem para isso?
Ele baixa uma segunda nota de 50 no balcão e repete:
— Quero uma mulher!
— Tá certo, — responde ela. — Senta aí que vem uma dentro de meia hоrа.
Ele põe outra nota de 50:
— Agora! E ela tem que ter gonorréia!
A cafetina pergunta por que, mas ele saca mais uma nota de 50 e repete:
— Gonorréia!
Alguns minutos depois chega uma mulher...
Eles sobem a escada — ele arrastando o gato morto. No quarto ela faz seu trabalho... quando eles estão saindo, a cafetina pergunta:
— Tudo bem, mas por que você queria alguém com gonorréia?
— Quando eu voltar para casa, vou transar com a babá, e quando o papai voltar para casa, ele vai levar a babá para casa dela e vai transar com ela. Quando ele voltar para casa, vai transar com a mamãe, e amanhã de manhã, depois que o papai sair para o trabalho, a mamãe vai transar com o leiteiro... aquele filho da рuта que atropelou meu gato!
Seu Joaquim já não aguentava mais o gato da casa. Resolveu então levá-lo para longe e largá-lo por lá. Pôs o bichano num saco, jogou-o dentro do carro e o abandonou a 10 quadras de distância da sua casa. Quando chegou em casa, o gato estava deitado no sofá.
No outro dia, já nervoso, Seu Joaquim pegou o gato novamente, colocou no carro e o abandonou a 20 quadras de distância de sua casa. Quando chegou em casa, o gato estava novamente deitado no sofá.
Ele ficou muito irritado, pegou o gato novamente, colocou no carro e andou 10 quadras para a direita, 20 para a esquerda, 30 para baixo e abandonou o gato.
Depois de duas horas, Joaquim ligou para casa e perguntou à Maria:
— Maria, o gato voltou?
— Voltou — respondeu Maria.
— Então põe ele no telefone para me explicaire o caminho de casa, pois eu estou cá perdido!
Um sádico, um masoquista, um assassino, um necrófilo, um zoófilo e um pirômano estão sentados num banco de jardim dentro de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo.
De repente eles veem um gato passar. O zoófilo diz:
— Hummm... Que tal a gente comer um gato?
E o sádico:
— Legal! Vamos comer um gato e torturá-lo!
O assassino completa:
— Vamos comer um gato, torturá-lo e matá-lo!
O necrófilo não deixa por menos:
— Vamos comer um gato, torturá-lo, matá-lo e violá-lo!
O pirômano:
— Vamos comer um gato, torturá-lo, matá-lo, violá-lo e atear-lhe fogo!
E o masoquista:
— Miau!
Era uma vez o homem do interior chamado Ademar, que tinha o sonho de ir para cidade grande.
Depois de muito lutar pelo seu sonho,enfim realizou.
Chegando na cidade grande ele ficou todo encantado,mas tinha um problema Ele não tinha dinheiro para nada então parou em uma parada de ônibus e começou a conversar com um homem,contou que não tinha dinheiro e não sabia como conseguir então o homem disse para Ademar que sabia uma maneira de conseguir muito dinheiro em pouco tempo Ademar se interessou no assunto, então o homem disse me encontra á noite na rua Belegre na frente da maior mansão que tiver lá.
Logo á noite estavam os dois na frente da mansão,os dois pularam o muro, o homem abriu a janela e entrou pra dentro da mansão Ademar o imitou sem ter a mínima noção do que estava fazendo. Eles entraram na casa e Ademar todo desajeitado derrubou o armário os dois correram e se esconderam em baixo da mesa.
O dono da casa desceu as escadas gritando: Quem tai, Quem tai.
Ademar ficou todo assustado e perguntou para o homem ladrão O que a gente faz?
Ele disse: imita um gato.
Mas Ademar não sabia imitar um gato,então o ladrão imitou.
O dono da casa voltou a dormir.
Ademar o outro homem conseguiram muito dinheiro.
Passadas duas semanas Ademar já tinham gastado todo seu dinheiro com bobagens,então voltou a mesma mansão sozinho,abriu a janela derrubou o mesmo armário, e o dono da casa desceu as escadas gritando: Quem tai, Quem tai.
Ademar ficou todo nervoso porque não sabia imitar um gato.
Então disse: É O GATINHO DA SEMANA RETRASADA.
DIÁLOGO NA SALA DE CHAT: SaradaodoRJ: Oi minha gata, estou aqui para satisfazê-la. MolhadinhaRJ: Ai, que bom. Estava tão carente... Vc tc de onde? SaradaodoRJ: De Ipanema, e vc? MolhadinhaRJ: Mistério... SaradaodoRJ: Ah gata que isso, vai fazer mistério? Fala de onde vc tc. MolhadinhaRJ: Do Rio, ora. Meu nome é MolhadinhaRJ, o que vc esperava? SaradaodoRJ: Mas de que lugar do RJ, gata? MolhadinhaRJ: Mistério... sou uma mulher muito misteriosa. SaradaodoRJ: Hummm, quero desvendar todos os seus mistérios. MolhadinhaRJ: Tenho prazeres sexuais muito peculiares... SaradaodoRJ: Como assim? MolhadinhaRJ: Vc gosta de sadomasoquismo? SaradaodoRJ: Que que é isso? MolhadinhaRJ: Dar uns tapinhas, levar uns tapinhas. SaradaodoRJ: Lógico! Tem seda aí? MolhadinhaRJ: Não é esse tipo de tapinha, gato. Tapa na cara, me dar na cara, levar na cara. Vc gosta? SaradaodoRJ: Vc gosta de levar porrada? MolhadinhaRJ: Humm, adoro levar uns tapinhas na cara. SaradaodoRJ: Então toma, sua pu*a MolhadinhaRJ: Hummm, assim eu vou gozar... SaradaodoRJ: Toma, pá pá pá pá MolhadinhaRJ: Pára, pára pelo amor de Deus, assim não. SaradaodoRJ: Ué, como assim? Não era o que vc queria? MolhadinhaRJ; Não, é que esse pápápápá é horrível. Parece tiro. SaradaodoRJ: Então como é que eu vou fazer o barulho, po*ra? Paf,soc, tum, pou! MolhadinhaRJ: Сасете, isso aqui não é desenho do Batman, escreve alguma coisa sensual. SaradaodoRJ: Como é que eu vou ser sensual dando porrada? MolhadinhaRJ: Faz o seguinte, não escreve nada, só bota assim tô batendo, sei lá SaradaodoRJ: Tá, então toma sua pu*a, tô batendo. MolhadinhaRJ: Aiii, bate mais, dá na cara, me chama de cadela, de vagabunda. SaradaodoRJ: Cadela, vagabunda, toma, toma, tô batendo. MolhadinhaRJ: Ai, isso, vai, bate, me soca. SaradaodoRJ: Soco? Mas vai te machucar, eu luto jiu-jitsu. MolhadinhaRJ: Aiiiiii, que gostoso! Deve ser uma montanha de músculos... SaradaodoRJ: Sim, sou 100 quilos de puro músculo. MolhadinhaRJ: Então me dá um mata-leão meu jiujiteiro, me joga no chão, me faz dar soquinho no tatame, meu totoso. SaradaodoRJ: Tô te socando, te enfiando a porrada, sua vagaranha! Tô batendo! MolhadinhaRJ: Então me joga no chão e me põe de quatro, te sudo! SaradaodoRJ: Fiса de quatro, vagaba. Geme, grita, goza! Sua pu*a! Tô batendo! MolhadinhaRJ: Quero que me meta... SaradaodoRJ: Tô batendo.. digo, tô metendo... MolhadinhaRJ: quero que vc pegue uma vassoura de piaçava e enfie em mim... SaradaodoRJ: O q? MolhadinhaRJ: É isso, mete, vai SaradaodoRJ: Mas tem que ser de piaçava? Não serve de outro material? MolhadinhaRJ: Não, tem que ser de piaçava, senão eu não gozo! SaradaodoRJ: Bom, se é isso que vc quer... Pronto, tô metendo... MolhadinhaRJ: Mete, mete ela todinha. SaradaodoRJ: Vc gosta disso? MolhadinhaRJ: Sim, agora tira ela. SaradaodoRJ: Pronto. MolhadinhaRJ: Tô imaginando vc pegando graxa, passando na vassoura e metendo ela em mim... SaradaodoRJ: Escuta aqui, vc é maluca? MolhadinhaRJ: Sim, sou louca, tarada, doida, aiii, mete, vai. SaradaodoRJ: Tá bom, tô metendo. MolhadinhaRJ: Isso, rebola com a vassoura dentro de mim, vai, mete... SaradaodoRJ: Tô rebolando, metendo, botando, tá gostoso? MolhadinhaRJ: Muito, ahhnnnn. Agora faz o seguinte... SaradaodoRJ: O quê? Tira a vassoura e enfia pelo lado da piaçava? MolhadinhaRJ: Não, pega seu раu e encosta no monitor... SaradinhaRJ: É isso mesmo, bota, vai, que eu vou subir em cima do monitor e me esfregar todinha nele... SaradaodoRJ: Mas é assim que se transa pela internet? MolhadinhaRJ: É assim que eu gosto... Vai, encosta e toca uma рunhета pra mim. SaradaodoRJ: Mas eu vou espo*rar meu computador todo. MolhadinhaRJ: Eu também vou deixar o meu molhadinho, vai, encosta... SaradaodoRJ: Tá bom, eu estou com a cabecinha dele encostada no monitor. MolhadinhaRJ: Aiiii, hummmm, que delícia. SaradaodoRJ: Como é que vc está conseguindo bater no teclado? MolhadinhaRJ: Ahnnnn, devd aatar sanndo tdo erasdfo ms fddd=se. SaradaodoRJ: O QUÊ? MolhadinhaRJ: Ajjjjh v gozoar. SaradaodoRJ: Pu*a mer*da. MolhadinhaRJ: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA SaradaodoRJ: Gozou? MolhadinhaRJ: Não, caí no chão SaradaodoRJ: AHH, PU*AMER*DAAAAAA! ESSA MULHER É DOIDA! MolhadinhaRJ: Calma, meu jiujiteiro... ai, foi tão gostoso. SaradaodoRJ: Escuta, vc não prefere fazer isso ao vivo? MolhadinhaRJ: Claro, gostoso, vem me pegar e vamos fоdеr a noite inteira. SaradaodoRJ: Tá bom, finalmente vou saber onde vc mora. Onde é? MolhadinhaRJ: Em Ipanema, na Vinicius de Moraes SaradaodoRJ: Mas é aqui do lado, eu moro na Prudente. MolhadinhaRJ: Que bom, então vem pra cá agora. Eu moro no 3456. SaradaodoRJ: Que coincidência, minha avó paterna mora nesse predio. Conhece a dona Célia? MolhadinhaRJ: Renatinho? SaradaodoRJ: VOVÓ?
Um casal dedicava especial atenção e carinho a um gato de estimação. Quando fizeram uma longa viagem de férias, deixaram o gato sob os cuidados da empregada. Após alguns dias, a madame ligou e perguntou sobre como estava o gato. A empregada, então, respondeu:
— Seu gato morreu!
A madame, nervosa e desesperada, entrou em pânico. O marido, também, chocado, repreendeu a empregada, dizendo-lhe que deveria ter sido mais cuidadosa e sensível ao dar a notícia. Ele a instruiu sobre uma forma mais sutil de transmitir tais acontecimentos:
— Você poderia começar dizendo "o gato subiu no telhado". Depois diria que ele se desequilibrou. Em seguida, que caiu do telhado e acabou não resistindo à queda. Seria mais sensível.
Semanas depois, estando ainda de férias, a madame ligou novamente para a empregada e perguntou-lhe se tudo estava bem. A empregada, cuidadosamente, respondeu-lhe:
— As coisas estão indo muito bem. Mas sua mãe subiu no telhado...
Num certo dia muito chuvoso, o fazendeiro liga para o veterinário, e pede uma medicação:
— Doutor é para o gato, que está com o intestino preso, não está conseguindo саgаr.
E como a ligação está muito ruim por causa do temporal, o veterinário entende gado, ao invés de gato, e receita:
— Dá para ele meio litro de óleo de rícinio, que é tiro e queda, é o melhor remédio para este problema.
Uma semana depois, o veterinário liga para o fazendeiro, e pergunta:
— E o gado, melhorou ?
— Gado? Não doutor, eu falei gato.
— O quê? E o senhor deu a medicação que receitei?
— Sim, o senhor mandou, eu dei.
— E o gato morreu?
— Não, mas a última vez que eu o vi, ele estava correndo pela fazenda junto com mais 5 gatos. Dois abriam buracos, dois fechavam os buracos, e um procurava mais terreno.