Manoel e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar o quarto aniversário de casamento. De repente, o comandante anuncia pelos alto-falantes:
— Senhoras e senhores, tenho más notícias. Problemas graves nos motores, vamos tentar um pouso de emergência. Há uma ilha não catalogada nos mapas, logo abaixo de nós e vamos aterrissar na praia.
Ele aterrissou com êxito, mas avisou aos passageiros:
— Isto aqui, parece o fim do mundo, é improvável a possibilidade de resgate. Talvez tenhamos que viver nessa ilha pelo resto de nossas vidas!
Nessa hоrа, Manoel pergunta para a mulher:
— Maria, você pagou o dízimo da Igreja Universal este mês?
— Ai, me perdoa Manoel. Com essa história de viagem, esqueci completamente!
Manoel, eufórico, agarra a mulher e tasca-lhe um beijão, o melhor de todo o casamento.
A Maria não entende e pergunta:
— Manoel por que você me beijou desse jeito?
E ele responde eufórico:
— Eles vão nos achar!
Um português foi preso numa cela em frente à de um leproso. Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas. Até que certa vez, caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela. Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela. Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela. Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela. Aí, o português não agüentou mais e pediu uma audiência com o diretor.
— Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo durо, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos...
Três mulheres conversavam. Disse a primeira:
— Sabem, o saco do José, meu marido, é frio...
Disse a segunda:
— Hoje, verei como é o saco do Manuel...
No dia seguinte, falou a segunda mulher:
— É, também o saco do Manuel é frio, que engraçado...
A terceira disse:
— Bem, hoje verei como é o saco do Joaquim...
No outro dia, Maria, mulher do Joaquim, foi encontrar as amigas. Ela estava toda quebrada, com os olhos roxos, cheia de hematomas.
— O que houve, Maria? perguntaram as duas.
— Imaginem. Peguei no saco do Joaquim e era quente. Disse-lhe apenas que como poderia o dele ser quente se o do Manuel e o do José eram frios...
Dando um passeio na praça, o brasileiro se encontra com um velho amigo portuga e diz:
— Bom dia, Manoel!
— Bom dia - responde o portuga.
— Manoel, posso lhe fazer uma pergunta pra testar o seu Q. I.? - diz o brasileiro.
— Mas é claro, ora pois.
— Então me diga: Quantos pães você come de manhã em jejum?
— Ahh, não sei, gajo... são muitos.
— Mas é claro que sabe Manoel, você come pão todo dia e vem me dizer que não sabe - esbraveja o brasileiro.
— Pois está bem, são oito pães. - Pronto falei. - responde o portuga.
O brasileiro então cai na gargalhada e diz:
— Pare de ser вurrо, Manoel, você só come um pão em jejum, do segundo pão em diante você não está mais em jejum.
— Não é que você está certo mesmo. Miserável, viu... passou de um já não está mais em jejum.
— Mas quer saber de uma coisa, gostei... vou pegar o Joaquim agora mesmo.
O portuga corre então para a casa de Joaquim, chegando lá todo ansioso e repete a mesma pergunta a Joaquim:
— Joaquim me responda quantos pães você come em jejum de manhã?
Joaquim então todo confuso diz:
— Orais bolais Manoel, eu acho que não sei.
— Deixe de bobagem, Joaquim, mas é claro que tu sabes sim, vamos diga!
— Está bem Manoel, são quatro pães.
Manoel então fiса quase um minuto calado, todo sem graça e diz:
— Orra Joaquim...
— O que foi Manoel?
— Se tu falasse oito eu lhe tinha uma resposta daquelas.
O português estava reunido com os amigos, quando eles começaram a falar de lição de moral, e um dos amigos diz:
— Outro dia eu estava andando na rua, quando eu vi um moleque de 12 anos comendo um doce, e quando ele acabou, ele jogou o papel no chão.
E os amigos perguntaram:
— E o que você fez?
— Eu peguei ele pelo braço, fiz ele pegar o papel, levei ele até a lata de lixo e disse pra ele. É ai que se joga.
O português não se conteve e contou sua história.
— Aconteceu comigo também, mas foi com um homem, eu cheguei em minha casa e falei pra Maria. Maria, parece que tem algo dentro do guarda-roupa, está fazendo barulho. E quando eu abri a porta do guarda-roupa, eu vi um homem pelado agachado dentro dele.
E os amigos perguntaram.
— E o que você fez?
O português olhou sério para os amigos e disse:
— Eu peguei-o pelo braço, o levei até o banheiro, mostrei a privada e disse. É aí que se caga, e não dentro do meu guarda-roupa.